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March 20, 2019 | Author: Anonymous | Category: N/A
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•Pressão parcial de um gás é a pressão que o gás exerceria se estivesse sozinho na mistura. •Uma determinada quantidade ...

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MEDICINA LEGAL Traumatologia Forense Energias Vulnerantes Físicas e Não Mecânicas (Parte XI)

Prof. Thiago Jordace

Energias Vulnerantes

NO FUNDO DO MAR • Mergulho em apnéia. • Mergulho com scuba. • Scuba – self-contained-under water- breathing-apparatus. • Os problemas dependerão : •Da profundidade, •Do tempo de mergulho e •Do tempo de retorno à superfície.

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MERGULHO EM APNÉIA •Grandes problemas: • O retorno à superfície. • Risco de apagamento: ocorre nos mergulhos em apnéia, nas subidas, após longa permanência no fundo. • Risco de afogamento. • Barotrauma de ouvido.

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TENTANDO EXPLICAR O APAGAMENTO

•Pressão parcial de um gás é a pressão que o gás exerceria se estivesse sozinho na mistura. •Uma determinada quantidade de gás exerce certa pressão em um recipiente. Se o volume do recipiente aumentar, a pressão parcial do gás diminuirá proporcionalmente.

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TENTANDO EXPLICAR O APAGAMENTO • Imagine um pneu com a câmara de ar furada, colocada sob a água produz bolhas de ar. Com a perda do ar, as bolhas vão diminuindo. • Se apertar a câmara de ar, reduzindo o volume disponível, mesmo com pouco ar, o número de bolhas aumenta: Aumentou a pressão parcial.

• Se afrouxar a câmara de ar, aumentando o volume disponível, o número de bolhas diminui. • É o que ocorre quando o mergulhador volta à superfície da água: expansão dos pulmões e...???

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MERGULHANDO COM SCUBA • Os problemas relacionam-se com as grandes quantidades de gáses que serão dissolvidos nos líquidos orgânicos do mergulhador. • Se o retorno à superfície não for criterioso graves problemas poderão surgir.

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DOENÇA DA DESCOMPRESSÃO • Forma crônica. •BEND.

• Decorre da descompressão inadequada. • Acúmulo de gases descomprimidos nas articulações. • Contraturas dolorosas. • Maior concentração de nitrogênio na mistura gasosa.

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EMBOLIA TRAUMÁTICA PELO AR • Forma aguda. • Pode ser mortal. • Rotura das paredes alveolares. • Hemorragia intrapulmonar. • Gases (nitrogênio) caem na circulação arterial. • Disseminação universal. • Embolias gasosas difusas.

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BAROTRAUMAS •De ouvido. •Dos seios da face. •Dos dentes.

•Do tubo digestivo. •Do tórax.

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BAROTRAUMA DE OUVIDO • A cavidade bucal comunica-se com o ouvido médio através das trompas auditivas. • O meio externo comunica-se com o ouvido médio através do conduto auditivo externo. • Separando os dois condutos temos a membrana do tímpano, assim...

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NA GRANDE ALTITUDE •A pressão externa fica menor. •A pressão no interior do corpo torna-se maior. • E empurra o tímpano para fora.

•Deve-se abrir a boca (bocejar) e permitir que ocorra o equilíbrio entre os dois meios conflitantes.

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BLOQUEIO NAS TROMPAS AUDITIVAS • Se houver secreções bloqueando a luz das trompas as manobras de equalização das pressões podem falhar e a dor do barotrauma persistir.

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NO FUNDO DO MAR •A cada 10.33 m de profundidade aumenta de uma atmosfera.

a pressão

• Assim, no fundo, o tímpano é pressionado para dentro .

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MANOBRA DE VALSALVA • Deve-se fazer a manobra de Valsalva: •Fechar as narinas. •Fechar a boca. •Soprar com força para forçar o ar a entrar nas trompas auditivas. •Objetivo: equilibrar as pressões tímpano.

interna e externa

sobre o

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